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segunda-feira, 19 de março de 2012

Congresso Infantil

MARAVILHOSO, essa é a palavra que define o curso e o congresso que aconteceu nesse final de semana no templo central da IEADBLU.
No sábado durante todo o dia, quase 300 irmãos e irmãs passaram o dia em curso com o irmão Ulisses, carinhosamente chamado de tio Uli, que veio diretamente de Minas Gerais para ministrar a Palavra de Deus aos nossos corações. Todos os presentes puderam sentir ainda mais a necessidade que há em falar de Jesus aos pequenos, e que é necessário não apenas amor para trabalhar, mas sim um amor excessivo.
O tio Uli nos falou muito especialmente sobre a capelania hospitalar, que trata da parte espiritual dos pacientes, nos conscientizou que precisamos estar lá falando do amor de Jesus a esses pequenos que muitas vezes não tem a oportunidade de vir a uma igreja, o mais rápido possível.
No culto a noite, podia-se ver centenas de crianças falantes e eufóricas para participarem do culto desenvolvido exclusivamente da maneira que elas gostam e aprendem. Elas cantaram, dançaram ,pularam e ouviram a Palavra de Deus de uma maneira muito especial, ministrada pelo Tio Uli e seus bonecos. Eram centenas de crianças com olhos vidrados nos bonecos lindos e criativos que ensinavam uma verdade bíblica para os pequenos.
No domingo pela manhã o irmão Ulisses ministrou aos pais sobre os cuidados que precisamos ter para com os  filhos e como devemos dedicar tempo e tempo de qualidade a eles.
Na parte da noite, novamente as crianças se reuniram para um culto maravilhoso, especialmente preparado para elas.Canções, gestos e pulos eram a maneira pela qual adoravam ao Senhor, uma adoração pura e sincera.
Gostaria de parabenizar a irmã Marlene Krueger e toda a diretoria do Ministério Infantil que lutaram para que todo esse evento acontecesse,e para a glória do Senhor ele aconteceu e deixou um gostinho de "quero mais".

Encerro essa matéria com a seguinte frase de um autor desconhecido:


“Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança.”


















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